Editores consideraram ter sido alvo de “acusações gravíssimas” e esclarecem que a queixa apresentada não visa a APEL nem nenhum dos seus associados.

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) anunciou nesta segunda-feira que foi ouvida em Junho pela Provedoria de Justiça, onde prestou “todas as informações e esclarecimentos” sobre alterações nos manuais escolares, rejeitando responsabilidades.

Num comunicado, a APEL indica que a audiência — pedida pela associação na sequência de uma queixa de cidadãos — decorreu a 29 de Junho último, e acrescenta que, no encontro, “ficou claro que os editores escolares cumprem rigorosa e escrupulosamente a legislação relativa aos manuais escolares”.

Em Julho de 2015, o Movimento pela Reutilização dos Livros Escolares (Reutilzar.org) lançou uma campanha de recolha de reclamações/denúncias de &